Tratam-se de práticas multiprofissionais , as quais visam a qualidade de vida e envelhecimento saudável trocas sociais, investindo na ampliação do horizonte da vida ativa dos usuários do Hospital Eduardo Rabello.Bem como otimizar as relações sociais e a comunicação entre os indivíduos no meio em que vivem. Seu caráter terapêutico busca a superação de questões sociais, através da participação em diversas oficinas.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Saúde Pública é tema da Campanha da Fraternidade
Saúde Pública é tema da Campanha da Fraternidade
Ministro Alexandre Padilha prestigiou o lançamento do evento promovido Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, nesta quarta-feira (22), da cerimônia de abertura da Campanha da Fraternidade de 2012, lançada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Neste ano, a campnha tem como tema a “Fraternidade e Saúde Pública “e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra”.
Padilha destacou a escolha do tema pela Igreja Católica, ressaltando que a reflexão do assunto durante a quaresma vai provocar o debate entre a sociedade. “O SUS só é capaz de tomar passos concretos, que enfrente as desigualdades sociais do nosso país, quando o conjunto da sociedade brasileira abraça a ideia de uma saúde com acesso a todos”, ressaltou.
Durante o evento, o ministro citou os avanços na área da saúde pública, lembrando que o Brasil é o único país com mais de 100 milhões de habitantes que assumiu o desafio de ter um sistema universal público e gratuito. “O SUS é hoje a única porta aberta na urgência e emergência para 145 milhões de brasileiros, sendo que uma população bem maior é beneficiada com ações de vigilância sanitária”, ressaltou, destacando como exemplo as campanhas de vacinação, promovidas pelo Ministério da Saúde.
CAMPANHA - O texto da campanha da fraternidade enumera alguns desafios a serem enfrentados pelo sistema, especialmente com relação ao acesso – com a melhoria no atendimento – e o financiamento da saúde. “São significativos as conquistas verificadas nas últimas décadas na área da saúde pública, como a redução da mortalidade infantil, a erradicação de doenças infecto-parasitárias e o tratamento da aids, que conta com um sistema elogiado internacionalmente”, observou o secretário Geral da CNBB, bispo Leonardo Ulrich Steiner. Ele explicou que, com a campanha da fraternidade a Igreja quer sensibilizar a todos (sociedade e autoridades) sobre os problemas que o setor ainda enfrenta.
Por Mauren Rojahn, da Agência Saúde – ASCOM/MS
Atendimento à imprensa
(61) 3315-3580/6266
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Conheça alguns direitos da mulher grávida
Conheça alguns direitos da mulher grávida
Cuidar bem dos idosos e das crianças e especialmente das gestantes devem ser prioridades de países como o Brasil, cujo potencial de desenvolvimento tornou-se referência para o mundo. Nesse sentido, o atendimento preferencial por instituições públicas e privadas, bem como o assento privilegiado no transporte público e a garantia à licença-maternidade são apenas alguns dos direitos que as futuras mães brasileiras conquistaram.
Conheça alguns dos principais direitos da mulher grávida:
No que diz respeito à saúde:
• Realizar seis consultas de pré-natal no Posto de Saúde mais próximo de sua casa e receber uma Declaração de Comparecimento e o Cartão Gestante, que contém todas as informações sobre seu estado de saúde.
• Contar com acompanhamento mensal do desenvolvimento do bebê e da gestação.
• Fazer exames de urina, sangue, preventivos, além da verificação da pressão arterial e de seu peso.
• Realizar o parto, que é considerado emergência médica e não pode ser negado à parturiente.
Em relação ao trabalho, de acordo com o Artigo 392 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)
• Licença-maternidade de 120 dias (a partir do 8º mês de gestação), sem prejuízo do emprego e do salário, que será integral. Caso receba salário variável, receberá a média dos últimos seis meses.
• Dois descansos diários de 30 minutos para amamentação, até a criança completar seis meses de vida.
• Estabilidade no emprego, o que significa que do momento da confirmação da gravidez até cinco meses após o parto a gestante não poderá ser demitida sem justa causa.
• Trabalhar. A gestação não pode ser motivo de negativa de admissão.
• Ser dispensada no horário de trabalho para a realização de pelo menos seis consultas médicas e demais exames complementares.
• Mudar de função ou setor de acordo com o estado de saúde e ter assegurada a retomada da antiga posição.
• Ampliação da licença-maternidade por 60 dias, a critério da empresa, desde que a mesma faça parte do Programa Empresa Cidadã (Lei 11.770/08).
• Duas semanas de repouso no caso de aborto natural.
Na sociedade:
• Tão logo seja confirmada a gravidez, é direito da gestante ter parte das despesas adicionais decorrentes da gestação, da concepção ao parto, custeadas pelo futuro pai, na proporção dos recursos de ambos, segundo a Lei 11.804/08.
• Prioridade no atendimento médico tanto em instituições públicas como privadas.
• Assentos preferenciais demarcados em todos os tipos de transporte público.
A mulher grávida merece todos os cuidados porque toda criança tem o direito de nascer e se desenvolver em ambiente seguro. E isso só é possível se ela tiver uma gestação saudável e o atendimento adequado no parto.
Com o objetivo de proporcionar ainda mais condições necessárias para que isso aconteça, o Brasil também desenvolveu as seguintes políticas públicas:
• Política Nacional de Atenção Obstétrica e Neonatal
Desenvolve ações de prevenção e assistência à saúde de gestantes, parturientes e recém-nascidos.
• Política Nacional de Atenção Integral à Mulher
Visa promover atendimento clínico-ginecológico, planejamento reprodutivo, acompanhamento de pré-natal e atendimento às mulheres e adolescentes em situação de violência doméstica e sexual.
• Política de Atenção Integral à Saúde da Criança
Tem como uma de suas principais metas cuidar da saúde dos recém-nascidos, promover, proteger e apoiar o aleitamento materno, além de desenvolver ações para reduzir a mortalidade infantil e investigar os óbitos dos bebês.
Fontes:
Ministério da Saúde
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Cuidar bem dos idosos e das crianças e especialmente das gestantes devem ser prioridades de países como o Brasil, cujo potencial de desenvolvimento tornou-se referência para o mundo. Nesse sentido, o atendimento preferencial por instituições públicas e privadas, bem como o assento privilegiado no transporte público e a garantia à licença-maternidade são apenas alguns dos direitos que as futuras mães brasileiras conquistaram.
Conheça alguns dos principais direitos da mulher grávida:
No que diz respeito à saúde:
• Realizar seis consultas de pré-natal no Posto de Saúde mais próximo de sua casa e receber uma Declaração de Comparecimento e o Cartão Gestante, que contém todas as informações sobre seu estado de saúde.
• Contar com acompanhamento mensal do desenvolvimento do bebê e da gestação.
• Fazer exames de urina, sangue, preventivos, além da verificação da pressão arterial e de seu peso.
• Realizar o parto, que é considerado emergência médica e não pode ser negado à parturiente.
Em relação ao trabalho, de acordo com o Artigo 392 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)
• Licença-maternidade de 120 dias (a partir do 8º mês de gestação), sem prejuízo do emprego e do salário, que será integral. Caso receba salário variável, receberá a média dos últimos seis meses.
• Dois descansos diários de 30 minutos para amamentação, até a criança completar seis meses de vida.
• Estabilidade no emprego, o que significa que do momento da confirmação da gravidez até cinco meses após o parto a gestante não poderá ser demitida sem justa causa.
• Trabalhar. A gestação não pode ser motivo de negativa de admissão.
• Ser dispensada no horário de trabalho para a realização de pelo menos seis consultas médicas e demais exames complementares.
• Mudar de função ou setor de acordo com o estado de saúde e ter assegurada a retomada da antiga posição.
• Ampliação da licença-maternidade por 60 dias, a critério da empresa, desde que a mesma faça parte do Programa Empresa Cidadã (Lei 11.770/08).
• Duas semanas de repouso no caso de aborto natural.
Na sociedade:
• Tão logo seja confirmada a gravidez, é direito da gestante ter parte das despesas adicionais decorrentes da gestação, da concepção ao parto, custeadas pelo futuro pai, na proporção dos recursos de ambos, segundo a Lei 11.804/08.
• Prioridade no atendimento médico tanto em instituições públicas como privadas.
• Assentos preferenciais demarcados em todos os tipos de transporte público.
A mulher grávida merece todos os cuidados porque toda criança tem o direito de nascer e se desenvolver em ambiente seguro. E isso só é possível se ela tiver uma gestação saudável e o atendimento adequado no parto.
Com o objetivo de proporcionar ainda mais condições necessárias para que isso aconteça, o Brasil também desenvolveu as seguintes políticas públicas:
• Política Nacional de Atenção Obstétrica e Neonatal
Desenvolve ações de prevenção e assistência à saúde de gestantes, parturientes e recém-nascidos.
• Política Nacional de Atenção Integral à Mulher
Visa promover atendimento clínico-ginecológico, planejamento reprodutivo, acompanhamento de pré-natal e atendimento às mulheres e adolescentes em situação de violência doméstica e sexual.
• Política de Atenção Integral à Saúde da Criança
Tem como uma de suas principais metas cuidar da saúde dos recém-nascidos, promover, proteger e apoiar o aleitamento materno, além de desenvolver ações para reduzir a mortalidade infantil e investigar os óbitos dos bebês.
Fontes:
Ministério da Saúde
Secretaria de Políticas para as Mulheres
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes
Carnaval
Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes
14/02/2012 19:45 - Portal Brasil
Durante o Carnaval, crianças e adolescentes ficam mais expostos a situações de violência e abuso em muitas cidades do País. Por isso, neste período, o Governo Federal dá ênfase à Campanha Nacional de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes para lembrar que violência sexual é crime e deve ser denunciada.
DivulgaçãoAmpliar
Para a Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), esta é uma época em que as pessoas tendem a encarar as situações com um senso de maior permissividade, abrindo mais possibilidades para a violência, especialmente a sexual, contra crianças e adolescentes.
Segundo relatório realizado pelo órgão, em todo o ano de 2011, foram recebidas e encaminhadas pelo Disque 100 (Disque Direitos Humanos) 91.932 denúncias, o triplo das registradas em todo o ano de 2010 (30.543). De acordo com o documento, a maioria das denúncias foi registrada na região Nordeste, seguido por Sudeste, Norte, Sul e Centro-oeste. São Paulo foi o estado que mais denunciou abusos.
Também em 2011, foi constatado que o número de denúncias recebidas pelo Disque 100 após o carnaval mais que triplicou em comparação ao mesmo período do ano anterior. Uma vitória para o povo brasileiro, que colaborou com 6.994 denúncias em março de 2011 contra 2.253 do mesmo período em 2010. De acordo com a entidade, o fato mostra que a população tem se informado melhor e se mobilizado para denunciar as práticas de violência que ocorreram durante as festas.
Para o carnaval de 2012, a Secretaria lançou a campanha “Liga da Proteção – Proteja nossas crianças e adolescentes. Violência sexual é crime. Denuncie”. O objetivo da iniciativa, que estará presente em 19 capitais brasileiras, é mobilizar a sociedade pela proteção das crianças e adolescentes do País.
Seja pela força ou outra forma de coerção, a violência sexual contra jovens é uma violação de direitos humanos que se traduz pelo abuso e/ou exploração do corpo e da sexualidade de meninas e meninos, expondo-os a atividades sexuais impróprias para o desenvolvimento físico, psicológico e social.
Há diferença entre o abuso e a exploração sexual. O primeiro se define por qualquer ato de natureza ou conotação sexual em que uma pessoa submete a criança ou o adolescente a situações de estimulação ou satisfação sexual, imposto pela força física, pela ameaça ou pela sedução. O agressor costuma ser um integrante da família ou conhecido.
Já a exploração pressupõe uma relação de mercantilização, em que o sexo é fruto de uma troca, seja ela financeira, de favores ou presentes. A exploração sexual pode se relacionar a redes criminosas mais complexas e envolver um aliciador, que lucra intermediando a relação da criança ou do adolescente com o cliente.
O surgimento de objetos pessoais, brinquedos, dinheiro e outros bens que estão além das possibilidades financeiras de uma criança e da família podem indicar o favorecimento ou aliciamento de menores.
Crianças e adolescentes também demonstram, quase sempre de maneira não-verbal, que foram vítimas de situações de maus tratos e de abuso sexual. Fique atento para alguns indicadores na conduta da criança/adolescente:
Como denunciar
Qualquer cidadão que saiba ou suspeite de algum caso de violência sexual deve procurar o conselho tutelar da sua cidade ou telefonar para o Disque Direitos Humanos – Módulo Criança e Adolescente, o Disque 100.
Trata-se de um serviço de proteção de crianças e adolescentes com foco em violência sexual, vinculado ao Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Considerando os meses de janeiro a agosto de 2011, a média de denúncias recebidas pelo Disque 100 foi de 209 por dia, do total dos 50.833 registros feitos naquele ano. Desde 2003, o número de denúncias recebidas vem aumentando gradativamente. Naquele ano, eram cerca de 12 por dia. Em 2006, quando o número 100 foi adotado, houve um salto para 37 denúncias diárias, chegou a 82, em 2009, e a 84, em 2010.
A equipe do Disque Direitos Humanos ouve, orienta e registra a denúncia, encaminhando-a para a rede de proteção e responsabilização, além de monitorar as providências adotadas para informar a pessoa denunciante sobre o que ocorreu com a denúncia. A ligação é gratuita e a identidade do denunciante é mantida em sigilo.
O serviço funciona 24h por dia, inclusive aos finais de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de proteção, defesa e responsabilização, de acordo com a competência e as atribuições específicas, priorizando o Conselho Tutelar como porta de entrada, no prazo de 24 horas. A importância do Disque 100 também está relacionada ao fato de ele fornecer indicadores para o mapeamento de regiões críticas.
• Discagem direta e gratuita do número 100;
• Envio de mensagem para o e-mail disquedenuncia@sedh.gov.br;
• Pornografia na internet denunciada por meio do portal www.disque100.gov.br
• Ligações internacionais: +55 61 3212.8400
Histórico das campanhas durante o Carnaval
A Campanha de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no Carnaval 2012 é a sétima edição da campanha. A primeira foi realizada em 2006, com o mote: “Unidos contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes – Entre para Este Bloco”.
Em 2007, essa campanha foi reeditada e, como em 2006, ganhou espaço na mídia nacional e continuou divulgando o serviço Disque Denúncia Nacional, já com o novo número: 100. Essa campanha foi novamente coordenada pela então Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República e Ministério do Turismo, com o apoio dos Ministérios da Saúde, Educação, Justiça, Transporte e Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Para a Campanha do Carnaval 2008, o tema escolhido foi: “Sexo, só se for legal”. Nela, foi feita a opção por romper com a cultura da negação da sexualidade das meninas e meninos, de forma a sinalizar o seu direito humano e sexual de forma responsável.
Em 2009, a Comissão Intersetorial escolheu um tema que pudesse aproximar o enfrentamento da violência sexual de imagens e mensagens típicas do Carnaval. O slogan foi: “Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes é Crime. Denuncie! Procure o Conselho Tutelar de sua cidade ou disque 100”.
O lançamento nacional da Campanha 2009 ocorreu em Manaus (AM). A capital do Amazonas foi escolhida, dentre outros motivos, devido à demanda do movimento da criança e do adolescente local para dar maior visibilidade à incidência do fenômeno da exploração sexual de crianças e adolescentes. Na campanha, foram destacados o tráfico para fins sexuais e a exploração sexual no turismo.
Para a Campanha do Carnaval 2010, a Comissão Intersetorial optou pela reedição da Campanha de 2009. A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, junto com a Comissão Intersetorial de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, definiram 15 cidades para sediar a campanha Nacional. Foram elas: Rio de Janeiro (RJ) – escolhido para sediar o lançamento nacional; Manaus (AM), Belém (PA), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Brasília (DF), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Vitória (ES), Corumbá (MS), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Porto Velho (RO) e Campo Grande (MS).
Com o tema “Proteja as nossas crianças e adolescentes. Violência sexual é Crime. Denuncie. A Bola está com você”, a campanha de 2011 foi realizada em dezesseis capitais: doze cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 – Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Curitiba (PR), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Manaus (AM) e Cuiabá (MT) –, e ainda Porto Velho (RO), Belém (PA), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB) e Vitória (ES). A campanha, ao longo dos anos, foi sendo ampliada e fortalecida nos estados participantes.
Veja também as peças da campanha no site Secom
Fontes:
Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República
Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente
Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes
Comissão Intersetorial de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes
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