1.ESTÁGIOS E VIVÊNCIAS
O projeto VER-SUS/Brasil, realizado com o objetivo de estimular a formação de trabalhadores para o SUS, abre inscrições para estudantes de todo o Brasil. A experiência é oportunidade para acompanhar e vivenciar a realidade do SUS e qualificar-se para atuar no sistema de saúde. Inscreva-se!
2.INSCRIÇÕES PARA RESIDÊNCIA MÉDICA
Estão abertas até quinta-feira, 15 de dezembro, as inscrições para o Curso de Residência de Medicina de Família e Comunidade, oferecido pela Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro (SMSDC-RJ). São 60 vagas e a remuneração é de R$ 7.068,36, somando a bolsa da residência e a complementação pela CLT. Leia o edital do Curso de Residência de Medicina de Família e Comunidade. As inscrições devem ser feitas no site http://concursos.rio.rj.gov.br.
3.REDE UNIDA: INSCREVA SEU TRABALHO
Termina nesta quinta-feira, 15 de dezembro, o prazo para inscrição de trabalhos científicos no 10º Congresso Internacional da Rede Unida. Com o tema Educação, saúde e participação: a ousadia de construir redes produtoras de vida no cotidiano, a organização incentiva o envio de trabalhos e experiências na rede. Acesse mais informações e saiba como inscrever o seu trabalho.
4.LANÇAMENTO: “MONITORAMENTO DA SAÚDE ESCOLAR”
Será lançada nesta segunda-feira, 12 de dezembro, a publicação Monitoramento da Saúde Escolar, da Gerência de Informação Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro (SMSDC-RJ). O trabalho divulga o resultado do segundo inquérito do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção à Saúde de Adolescentes da Cidade do Rio de Janeiro. O evento acontece no Centro Administrativo São Sebastião (CASS), no auditório Meri Baran, no 8º andar (Rua Afonso Cavalcanti, 455, Cidade Nova). Mais informações: (21) 3971-1947 .
5.CONSCIÊNCIA EM AÇÃO
O MIDRASH Centro Cultural apresenta o espetáculo A história que eu conto, nesta terça-feira, 13 de dezembro. Também em dezembro, o MIDRASH comemora as Festas de Chanucá e convida todos os agentes se transformação social para compartilhar suas experiências. O evento é gratuito e acontece às 20h na sede do MIDRASH, no Leblon (Rua General Venâncio Flores, 184). Mais informações: (21) 2239-1800.
6.DIREITOS HUMANOS
O Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria promove nestas terça e quarta-feiras, 14 e 15 de dezembro, atividades alusivas ao Dia Mundial dos Direitos Humanos, comemorado em 10 de dezembro. A programação inclui palestras, debates, exposição de painéis e distribuição de material educativo sobre o tema. As atividades de Sala de Espera acontecem a partir das 9h, no Centro de Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Atouca, da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz).Confira a programação completa do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria sobre direitos humanos.
* Para divulgar eventos, atividades e experiências em promoção da saúde, envie um email para elosdasaude@gmail.com, indicando o tema e a data do evento no assunto do email.
Tratam-se de práticas multiprofissionais , as quais visam a qualidade de vida e envelhecimento saudável trocas sociais, investindo na ampliação do horizonte da vida ativa dos usuários do Hospital Eduardo Rabello.Bem como otimizar as relações sociais e a comunicação entre os indivíduos no meio em que vivem. Seu caráter terapêutico busca a superação de questões sociais, através da participação em diversas oficinas.
domingo, 11 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
Internação involuntária de usuário de crack divide especialistas
Internação involuntária de usuário de crack divide especialistas
09/12/2011 - 5h49
Saúde
Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Defendida pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para usuários de crack com risco de morte, a internação involuntária não é novidade, mas ainda divide especialistas da área de saúde. Prevista em lei desde 2001, a internação ocorre sem o consentimento do paciente e a pedido de uma terceira pessoa - um parente, por exemplo.
Conforme a legislação, a internação involuntária precisa ser autorizada por um médico e informada, dentro de 72 horas, ao Ministério Público do estado. É diferente da compulsória, que depende de determinação da Justiça – e foi adotada pela prefeitura do Rio de Janeiro para menores de idade viciados em crack. O terceiro tipo de internação é a voluntária, com desejo do próprio paciente.
Durante o lançamento nacional do plano contra o crack, Padilha explicou que as equipes dos consultórios de rua - integradas por médico, enfermeiro e técnico de enfermagem – serão responsáveis por avaliar se o dependente químico precisa ser internado contra a própria vontade. A proposta do governo é passar dos atuais 92 consultórios para 308 nos próximos quatro anos, com foco nas cidades com população superior a 100 mil habitantes.
O diretor regional da Associação Brasileira de Psiquiatria no Centro-Oeste, Salomão Rodrigues, avalia como correta a manifestação de Padilha a favor da internação involuntária. Segundo ele, é a garantia de vida para quem perdeu a razão por causa do vício. “O paciente dependente de crack e comprometido precisa que alguém decida por ele. Ele está em um tratamento temporário. Não está sendo tirada a liberdade dele, mas garantido o direito à vida”, disse.
Depois do período de desintoxicação, que dura de dez a 15 dias, a maioria dos usuários de drogas passa a concordar com a internação, conta Rodrigues.
O presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Verona, teme uma banalização da internação involuntária pelos médicos. O psicólogo defende a linha de tratamento que leve o usuário a “entrar em um processo de cuidado com ele mesmo”, sem privá-lo da convivência familiar e dos amigos.
“Tenta-se convencer a sociedade que a melhor forma é a internação. Parece que o usuário de drogas perde todo o seu direito e a razão”, argumentou. “Se ele quiser sair, a gente não pode ser autoritário e dizer não. Não vamos abandonar essa pessoa e nem prendê-la”.
Apesar de prevista em lei, o professor de direito penal da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Mauro Arjona, questiona se a internação involuntária pode ferir o direito de escolha do cidadão. “Há um princípio constitucional que diz que ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer algo senão em virtude de lei. Se a pessoa não quer ser internada, ela não pode ser. É um assunto delicado”, ponderou.
Não há dados exatos sobre o número de viciados em drogas, como o crack, no país. O Ministério da Saúde estima que existam 600 mil usuários de drogas. Em 2011, a rede pública prestou 2,5 milhões de atendimentos a dependentes de drogas e álcool, dez vezes mais do que há oito anos.
O plano do governo federal prevê ainda a criação de 2.462 leitos de enfermarias nos hospitais públicos para atender a usuários com crises de abstinência ou intoxicação grave e o funcionamento 24 horas, durante os sete dias da semana, dos centros de Atenção Psicossocial para Álcool e Drogas (CAPSad).
Edição: Graça Adjuto
09/12/2011 - 5h49
Saúde
Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Defendida pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para usuários de crack com risco de morte, a internação involuntária não é novidade, mas ainda divide especialistas da área de saúde. Prevista em lei desde 2001, a internação ocorre sem o consentimento do paciente e a pedido de uma terceira pessoa - um parente, por exemplo.
Conforme a legislação, a internação involuntária precisa ser autorizada por um médico e informada, dentro de 72 horas, ao Ministério Público do estado. É diferente da compulsória, que depende de determinação da Justiça – e foi adotada pela prefeitura do Rio de Janeiro para menores de idade viciados em crack. O terceiro tipo de internação é a voluntária, com desejo do próprio paciente.
Durante o lançamento nacional do plano contra o crack, Padilha explicou que as equipes dos consultórios de rua - integradas por médico, enfermeiro e técnico de enfermagem – serão responsáveis por avaliar se o dependente químico precisa ser internado contra a própria vontade. A proposta do governo é passar dos atuais 92 consultórios para 308 nos próximos quatro anos, com foco nas cidades com população superior a 100 mil habitantes.
O diretor regional da Associação Brasileira de Psiquiatria no Centro-Oeste, Salomão Rodrigues, avalia como correta a manifestação de Padilha a favor da internação involuntária. Segundo ele, é a garantia de vida para quem perdeu a razão por causa do vício. “O paciente dependente de crack e comprometido precisa que alguém decida por ele. Ele está em um tratamento temporário. Não está sendo tirada a liberdade dele, mas garantido o direito à vida”, disse.
Depois do período de desintoxicação, que dura de dez a 15 dias, a maioria dos usuários de drogas passa a concordar com a internação, conta Rodrigues.
O presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Verona, teme uma banalização da internação involuntária pelos médicos. O psicólogo defende a linha de tratamento que leve o usuário a “entrar em um processo de cuidado com ele mesmo”, sem privá-lo da convivência familiar e dos amigos.
“Tenta-se convencer a sociedade que a melhor forma é a internação. Parece que o usuário de drogas perde todo o seu direito e a razão”, argumentou. “Se ele quiser sair, a gente não pode ser autoritário e dizer não. Não vamos abandonar essa pessoa e nem prendê-la”.
Apesar de prevista em lei, o professor de direito penal da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Mauro Arjona, questiona se a internação involuntária pode ferir o direito de escolha do cidadão. “Há um princípio constitucional que diz que ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer algo senão em virtude de lei. Se a pessoa não quer ser internada, ela não pode ser. É um assunto delicado”, ponderou.
Não há dados exatos sobre o número de viciados em drogas, como o crack, no país. O Ministério da Saúde estima que existam 600 mil usuários de drogas. Em 2011, a rede pública prestou 2,5 milhões de atendimentos a dependentes de drogas e álcool, dez vezes mais do que há oito anos.
O plano do governo federal prevê ainda a criação de 2.462 leitos de enfermarias nos hospitais públicos para atender a usuários com crises de abstinência ou intoxicação grave e o funcionamento 24 horas, durante os sete dias da semana, dos centros de Atenção Psicossocial para Álcool e Drogas (CAPSad).
Edição: Graça Adjuto
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
BIBLIOTECA: PREVENÇÃO E ATENÇÃO ÀS VIOLÊNCIAS
BIBLIOTECA: PREVENÇÃO E ATENÇÃO ÀS VIOLÊNCIAS
8dez
O Instituto NOOS disponibiliza gratuitamente a cartilha Prevenção e Atenção à Violência Intrafamiliar e de Gênero.
A publicação aborda questões relacionadas às violências contra mulheres, crianças, adolescentes e idosos e orienta sobre como agir nestas situações. Também sugere ações de prevenção das violências, como a formação de grupos reflexivos de homens e mulheres, incentivo à formação de redes comunitárias de apoio às famílias, a realização de cursos, palestras e campanhas entre outras.
Além de estar disponível na internet, a cartilha impressa pode ser retirada na sede do Instituto NOOS, em Botafogo. Os pedido podem ser encaminhados para comunicacao@noos.org.br.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Encerramento: Momento de Avaliação, Reflexões e Confraternização!!!
No espaço cedido da Associaçao de Moradores /Caju,encerramos no dia de hoje as atividades das oficinas terapêuticas de 2011. Avaliamos que conseguimos alcançar nossos objetivos no sentido da promoção de saúde,ratificados pelos depoimentos daqueles que ao longo do processo estiveram conosco.
Foi uma grande satisfação para todos envolvidos nestes trabalhos!Esperamos que em 2012 possamos retomá-lo no novo espaço, ainda em construção.
O GRUPO
(Paulo Cavalcanti de Moura)
O grupo é assim:
Gente que é gente
E que não sabe que os outros são gente
Como a gente,
Com um lado bom e outro ruim
No grupo tem de tudo:
Botucudo e tupiniquim.
Tem falador e tem mudo,
Mas ninguém é igual a mim.
Tem doutores e tem tímidos,
Agressivos e dominados
Tem mãe e tem filhos,
Tem até mascarados.
E o grupo vai girando,
Mudando a vida da gente
O calado sai falando,
O pessimista contente
O grupo é como a vida,
Mas se entra, já vamos indo
Quem ri acaba chorando,
Quem chora, acaba rindo
Uma coisa a gente aprende:
Que o outro é como eu
Chora, ri, ama e sente
Mas quase tudo depende da gente:
Que o grupo danado! Que vivência atroz!
O eu e o tu se atacam
Mas depois eles se amam,
Em benefício de nós.
sábado, 3 de dezembro de 2011
Saúde do Adolescente
Saúde do Adolescente - De acordo com a Nota Técnica Relativa à Solicitação de Resultados de Sorologia anti-HIV no Âmbito da SMSDC-RJ, o adolescente pode decidir sozinho pela realização do exame, desde que o profissional de saúde avalie que ele é capaz de entender o seu ato e conduzir-se por seus próprios meios. O sigilo profissional deve ser rigorosamente respeitado em relação à sorologia do adolescente e o profissional de saúde não deve revelar o status sorológico do paciente sem o seu consentimento.
Todo esforço deve ser feito para apoiar e auxiliar o paciente adolescente a revelar o seu diagnóstico para parceiros sexuais e pessoas com quem compartilha o uso de drogas endovenosa. Apenas nos casos em que o paciente se recusar , após devidamente esclarecido da necessidade de proteção e cuidadocom a vida do parceiro sexual ou comunicante no uso de droga endovenosa, deve ser ofertado o auxílio médicopara esta revelação. O profissional de saúde podeá quebrar o sigilo médico, visando à proteção da vida do parceiro sexual e dos parceiros de material compartilhado para u uso de droga endovenosa.
Reunião com funcionários do HEAN e lideranças comunitárias
Na reunião de ontem o Diretor do HEAN - Dr. Moacyr - esclareceu a todos os presentes que:
No momento, a expectativa é de que tão logo as obras em andamento estejam concluídas, na medida do possível, todos recomeçarão suas atividades profissionais no novo espaço físico. A previsão para a entrega do novo local é de aproximadamente 15 dias.
Quanto ao encerramento de final de ano com os pacientes das oficinas terapêuticas, o presidente da associação de moradores ( Copérnico)liberou o espaço do salão de sua associação para o próximo dia 07/12/2011,quarta-feira, às 10 h.
No momento, a expectativa é de que tão logo as obras em andamento estejam concluídas, na medida do possível, todos recomeçarão suas atividades profissionais no novo espaço físico. A previsão para a entrega do novo local é de aproximadamente 15 dias.
Quanto ao encerramento de final de ano com os pacientes das oficinas terapêuticas, o presidente da associação de moradores ( Copérnico)liberou o espaço do salão de sua associação para o próximo dia 07/12/2011,quarta-feira, às 10 h.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Amanhã dia D para definição da retomada das oficinas em 2012
Nota:
Em razão de obras no HEAN as atividades foram interrompidas. Porém não temos,ainda,a definição de quando nossas atividades serão retomadas.
Há a pretensão de programarmos nos próximos dias um encerramento com os pacientes, fora do HEAN.
REFLEXÃO:
“Vivemos esperando
Dias melhores
Dias de paz, dias a mais
Dias que não deixaremos para trás
Vivemos esperando
O dia em que seremos melhores
Melhores no amor, melhores na dor”
[Dias Melhores de Jota Quest]
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Articulação de rede local
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Passeio ao CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil)
Lazer é também proporcionar qualidade de vida!!
A missa no HEAN
Parceria com PSF Caju





